Uma grande empresa abriu uma vaga muito
importante e escolheu duas pessoas para a disputarem.
Eles teriam de mostrar o máximo de
perfeição nas tarefas a serem executadas, com muita alegria. Afinal, partiria
deles as novas idéias para o futuro da empresa.
Dois homens foram concorrer as vagas:
um homem rico e outro, pobre. O homem rico, a cada tarefa que ele apresentara,
era cheia de luxúria. O pobre, apresentava seus projetos de forma simples
porque necessidade de ter tanto luxo para ser interpretado.
Assim foi passando o tempo. O rico,
se vangloriava diante do pobre e dizia que ele não tinha chance nenhuma, pois
quem sabia lidar com dinheiro e fartura era ele. Nem entendia como o pobre foi
competir esta vaga.
O pobre, em simples palavras, dizia:
- Quem não arrisca, não petisca.
Um dia, tiveram de fazer uma
decoração num salão. Cada um deles em salão diferente. O rico, decorou com
panos de seda, lustres de cristais, tapetes persas... Enfim, uma luxúria só.
Afinal, era a empresa que pagava pelo material.
O pobre, em sua decoração no outro salão,
o fez com tecidos mais simples, utilizou flores naturais colhidas no campo,
folhas verdes, luzes solares que na empresa já existia e assim por diante.
Chegou o dia da avaliação. Então, os
futuros patrões foram avaliar as decorações. Olharam a que o moço rico fez e a
do pobre e marcaram uma reunião para com eles conversarem e indicar o vencedor.
Sem muitas prolongas, apontaram o
pobre como vencedor. O rico, não concordava com tal decisão, afinal, a
decoração dele ele julgava que era muito mais linda e luxuosa que a do outro.
Os patrões o responderam:
- Nós não procuramos luxúria, pois o
gasto é muito alto. Nós procuramos a simplicidade que se torna uma luxúria.
Afinal, nos dias de hoje, com nossa crise, nós não podemos nos dar o luxo de
gastar dinheiro desnecessariamente.

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