Blog destinado a pessoas que desejam enriquecer seus conhecimentos espirituais, auto-ajuda e orientações para o seu dia-a-dia.
sexta-feira, 29 de maio de 2020
MEDO
quinta-feira, 28 de maio de 2020
RENOVE A FÉ
segunda-feira, 25 de maio de 2020
BATALHA INTERIOR
quarta-feira, 20 de maio de 2020
AME O SEU PRÓXIMO
Uma mulher estava acamada, sofrendo muito. Tinha uma doença irreversível. Seu quadro era “SPP” – se parar, parou. Afinal, o câncer tinha tomado conta de 80% do seu corpo. Os familiares, muito religiosos, faziam várias promessas. A mulher que quase nem podia falar, sussurrava, dizendo que Deus sabia o que estava fazendo e que as promessas que estavam realizando não seriam a salvação dela, e sim, a sua fé.
Em cima daquela cama, desfalecida,
esperando a morte, a mulher começou a pedir a Deus:
- Senhor, meu Deus, sei que não fui muito
fiel a ti. Não te peço um milagre. Te peço apenas uma oportunidade para ser boa
para as outras pessoas, pois sempre subestimei a dor dos outros. Hoje, me
deparo numa situação igual ou pior àqueles que estavam em sofrimento.
A cada um que viesse lhe visitar, ela
dizia:
- Não façam promessas pela minha saúde.
Façam uma confirmação do meu pedido. Eu preciso simplesmente uma oportunidade
com os outros e comigo mesmo.
Um dia pela manhã, milagrosamente, a
mulher acordou e levantou-se. Parecia que nada tinha acontecido. Os médicos
reuniram-se e fizeram uma bateria de exames. Constataram que sua doença não
existira mais. Então, os familiares indagaram-na sobre o que havia acontecido.
Ela respondeu:
- Esta noite eu tive um sonho. Sonhei que
um homem todo de branco começou a mexer em mim e no final, falou que eu havia
ganhado a oportunidade que havia pedido à Deus. Disse para eu usá-la
sabiamente.
Dali em diante a mulher começou a
valorizar as outras pessoas com quadro de doenças bem avançadas e expor o que
com ela tinha acontecido.
Muitas pessoas com quem ela falava começaram, da mesma forma que ela, a recuperar-se. Ela entendeu que a maior salvação não depende dos outros e sim, das pessoas mesmo. Desta forma, conseguem se purificar perante a Deus e dentro do possível, realizar coisas impossíveis. O Pai mesmo disse: “amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei...”
E você, ama seu próximo?
Mauro Lara
segunda-feira, 18 de maio de 2020
A SIMPLICIDADE E A LUXÚRIA
Uma grande empresa abriu uma vaga muito importante e escolheu duas pessoas para a disputarem. Eles teriam de mostrar o máximo de perfeição nas tarefas a serem executadas, com muita alegria. Afinal, partiria deles as novas ideias para o futuro da empresa.
Dois homens foram concorrer as vagas: um
homem rico e outro, pobre. O homem rico, a cada tarefa que ele apresentara, era
cheia de luxúria. O pobre, apresentava seus projetos de forma simples porque não
havia necessidade de ter tanto luxo para ser interpretado.
Assim foi passando o tempo. O rico, se
vangloriava diante do pobre e dizia que ele não tinha chance nenhuma, pois quem
sabia lidar com dinheiro e fartura era ele. Nem entendia como o pobre foi competir
aquela vaga.
O pobre, em simples palavras, dizia:
- Quem não arrisca, não petisca.
Um dia, tiveram de fazer uma decoração num
salão. Cada um deles em salão diferente. O rico, decorou com panos de seda,
lustres de cristais, tapetes persas... Enfim, uma luxúria só. Afinal, era a
empresa que pagava pelo material.
O pobre, em sua decoração no outro salão,
o fez com tecidos mais simples, utilizou flores naturais colhidas no campo,
folhas verdes, luzes solares que na empresa já existia e assim por diante.
Chegou o dia da avaliação. Então, os
futuros patrões foram avaliar as decorações. Olharam a que o moço rico fez e a
do pobre e marcaram uma reunião para com eles conversarem e indicar o vencedor.
Sem muitas prolongas, apontaram o pobre
como vencedor. O rico, não concordava com tal decisão, afinal, a decoração dele
ele julgava que era muito mais linda e luxuosa que a do outro.
Os patrões o responderam:
- Nós não procuramos luxúria, pois o gasto
é muito alto. Nós procuramos a simplicidade que se torna uma luxúria. Afinal,
nos dias de hoje, com nossa crise, nós não podemos nos dar o luxo de gastar
dinheiro desnecessariamente.
Mauro Lara
sexta-feira, 15 de maio de 2020
EDUCAÇÃO
Uma mãe passeava com o seu filho para visitar alguns parentes em outra cidade. Ao chegarem na cidade, para se encontrarem mais fácil, resolveu informar-se num estabelecimento comercial e pediu informações sobre o endereço aonde ela teria de ir. Com o filho de cinco anos pela mão, não observara que tinha alguns doces ao alcance dele. Inocentemente, o menino encheu os bolsos de guloseimas e a mãe não viu e nem mesmo a pessoa que estava dando informações. A mãe agradeceu e seguiu a diante.
No meio do caminho, a mãe reparou que o
filho tinha tirado do bolso um dos doces que havia pegado. A mãe surpreendeu-se
e indagou o menino:
- Como tens estes doces?
O filho, sem maldade, falou que ele tinha
pegado do local onde ela havia pedido informações. A mãe, sem pensar, voltou e
esclareceu o fato com a atendente e fez com que o filho devolvesse tudo.
A atendente perguntou:
- Senhora, ele é tão pequeno. Fez isso e
tenho certeza que não foi por mal. Por que você voltou e fez com que ele
devolvesse tudo e ainda pagou o que ele consumiu?
Ela respondeu:
- Hoje ele é pequeno e não é responsável
pelos seus atos. Eu sou responsável por ele e de lhe explicar o que é certo e
errado. No futuro, se ele vir a errar depois de já ter se tornado homem feito,
errará por conta própria e não por uma má educação. Um pequeno ato não
corrigido agora se tornará um grande roubo no amanhã.
Mauro Lara





