sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Energia de Cura

Um homem simples, nascido numa cidade no interior do RS, desenvolveu no passar dos anos, uma mediunidade muito grande. Auxiliava várias pessoas que o procurava com doenças materiais e espirituais bem avançadas.
As curas que ele realizava, começaram a lhe tornar muito conhecido. Chegava a virem pessoas de outras cidades para com esse homem consultar. Essa fama foi crescendo e foi despertando curiosidade dos médicos que chegaram a tentar interromper seus trabalhos espirituais, mas não obtiveram sucesso. Afinal, somos donos de nossa própria crença.
Num determinado dia, a mãe desse rapaz médium adoeceu. Tiveram de ir rápido ao hospital e lá ficara hospitalizada. Estava em estado precário e entrou em coma. Os médicos chamaram os familiares e relataram o estado de saúde da senhora. Disseram que as chances dela salvar-se seria somente por Deus. Então, o médium, desesperado, porque a sua mãe estava próximo a partir, fez canalizações de energia e teve orientação de um de seus guias espirituais para fazer um procedimento nela.
O homem, sem pensar, foi até onde a sua mãe encontrava-se enferma e lá colocou em prática o procedimento ao qual tinham lhe passado. Repentina e milagrosamente, sua mãe respirou fundo e acordou. Os médicos, assustados e apavorados com a situação, começaram a prestar assistência, pois, afinal, aquela senhora estava praticamente morta. Ela recuperou-se e retomou sua vida normalmente.
Os médicos, admirados com a tal recuperação, foram indagar o médium. O que ele havia feito? Eram a principal pergunta. O médium, humildemente, à eles respondeu:
- Eu não fiz nada. Quem fez foi o nosso Pai Maior que concedeu a minha mãe, mais uma chance de vida.
Então, por curiosidade, o médico queria marcar uma consulta espiritual com ele, mas teria de ser naquele dia. O médium respondeu que tinham outras pessoas com consultas marcadas. O médico respondeu:
- Mas, como? Afinal, eu sou o Dr. “Fulano de Tal”!
O médium disse:
- As minhas consultas não são marcadas por profissões ou classe social. E sim, por necessidade e ordem de marcação. Afinal, Deus mesmo disse que é mais fácil um pobre entrar no Reino do Céu do que um rico arrogante.

Mauro Lara




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